• Regulamentação Comércio Eletrônico

      • Publicado as 13:44, em 16 de Maio de 2013
      • Categoria: E-commerce
      • A partir desta terça-feira, consumidores de sites de compras coletivas ganharão regras específicas para comprar produtos e contratar serviços. Estas lojas on-line ficam obrigadas a detalhar a oferta com informações sobre a quantidade mínima de vendas para efetivação do contrato, o prazo para utilização da oferta e a identificação do fornecedor do produto à venda, entre outras questões.

        Para entidades de defesa do consumidor, estas normas são a maior contribuição do decreto nº 7.962/2013, que entra em vigor hoje. O documento regulamenta as regras de contratação para todo o comércio on-line, detalhando direitos básicos já contemplados pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), de 1990. A regulamentação faz parte do Plano Nacional de Consumo e Cidadania (Plandec), lançado pela presidente Dilma Rousseff em 15 de março para melhorar a qualidade de produtos e serviços e incentivar as relações de consumo.

        O diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, Amaury Oliva, explica que o decreto tomou forma ao identificarem que muitas das reclamações que chegavam ao órgão diziam respeito à falta de informações de clientes de sites de compras sobre quem vende, sobre o produto e problemas com prazo de entrega.

        - O decreto vem para aperfeiçoar os direitos dos consumidores e reduzir os conflitos de consumo, ampliando o acesso à informação, especificando regras para as compras coletivas e obrigando os sites a dar informações sobre quem vende e as condições de compra.

        O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) avalia que a regulamentação imposta pelo governo também complementa o decreto 6.523/2008, que fixa normas gerais sobre o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). Isso porque os sites de compras coletivas estão obrigados a oferecer, a partir de hoje, serviço de atendimento on-line para o cliente tirar dúvidas sobre a compra durante a operação, fazer reclamações ou solicitar o cancelamento do contrato dentro do prazo para arrependimento de compra estabelecido pelo CDC para o comércio realizado fora de estabelecimento comercial - que é de até sete dias após o recebimento do produto - sem ônus.

        - As regras para sites de compras coletivas são um grande ganho, principalmente porque os consumidores, antes de finalizar a compra, terão acesso a um contrato resumido do negócio, que poderão imprimir e analisar com calma - destaca a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci.

        Outra ganho do consumidor com as novas regras é que, ao ter uma compra cancelada, o fornecedor de qualquer site de compra terá de comunicar imediatamente a instituição financeira responsável pela cobrança ou administradora do cartão de crédito para que a transação não seja lançada na fatura do consumidor ou seja efetivado o estorno do valor, caso o lançamento já tenha sido feito.

        - Este decreto só reforça pontos que já vinham sendo cobrado pelos órgãos de defesa do consumidor, tornando-os mais claros - avalia o diretor de Fiscalização do Procon-SP, Renan Ferracioli.

        O presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), Ludovino Lopes, garante que a maioria das lojas virtuais já está adaptada às novas regras. No entanto, questiona dois pontos do documento: o direito do consumidor se arrepender de uma compra (e como devolver o produto para a loja, a chamada logística reversa) e os procedimentos de reembolso.

        - Se você pagar para baixar uma música, não dá para devolvê-la porque não gostou. Fora que nosso país tem muitos problemas de transporte, seja terrestre ou aéreo, e os custos para se cancelar uma compra que já está a caminho do Norte são muito grandes. Médias e pequenas lojas virtuais têm problemas ainda maiores com isso - exemplifica Lopes.

        Ele destaca que as administradoras de cartões de crédito e bancos deveriam ter sido envolvidos na regulamentação, pois o prazo de estorno de compras canceladas depende dele.

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      • V-Commerce não é tendência, é realidade!

      • Publicado as 13:59, em 05 de Março de 2013
      • Categoria: E-commerce
      • Sabemos o quanto é fundamental promover os nossos produtos e serviços, principalmente quando se trata de comércio eletrônico, pois visualizar aquilo que se pretende comprar é sem dúvida um dos fatores para decisão de compra. Não é mesmo?

         

        Nesse sentido, o V-Commerce (vídeo para loja virtual) se mostra como uma ferramenta totalmente estratégica, principalmente quando se trata de produtos com valor agregado e detalhes minuciosos para despertar ainda mais o interesse do e-consumidor. Entretanto, esse recurso é pouco explorado, pois boa parte dos lojistas insistem em utilizar os vídeos dos próprios fornecedores, assim como as fotos e descrições dos produtos.

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      • Google Adwords

      • Publicado as 13:55, em 05 de Março de 2013
      • Categoria: E-commerce
      • Acesse o endereço abaixo para mais informações.

         

        https://accounts.google.com/ServiceLogin?service=adwords&hl=pt_BR&ltmpl=jfk&continue=https://adwords.google.com/um/gaiaauth?apt%3DNone%26ltmpl%3Djfk&passive=86400&sacu=1&sarp=1&sourceid=awo&subid=br-pt_br-ha-bk_1bmm&medium=ha&term=%2Bgoogle+%2Badwords

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      • IPs dedicados e modo como enviar a News Letter, trazem maiores resultados

      • Publicado as 13:47, em 05 de Março de 2013
      • Categoria: E-commerce
      • Se a campanha de e-mail marketing da sua empresa requer um número elevado de envios de mensagens por mês e ainda com precisão e segurança, você precisa adotar o sistema de IPs dedicados – o qual propicia aos comerciantes on-line, elevar a sua performance e acompanhar com exatidão a qualidade das suas ações.

        De acordo com Rodrigo de Almeida, Diretor Comercial da Dinamize, especializada em comunicação digital, e Diretor de E-mail Marketing da ABEMD – Associação Brasileira de Marketing Direto -, o maior diferencial competitivo dos IPs dedicados é o fato de, por serem utilizados por um único anunciante, informações como bounces, spamtraps, denúncias de spam, bloqueios, etc, refletirão especificamente a realidade de cada cliente. “Além disso, IPs dedicados são uma condição sine qua non para se pleitear a certificação da Return Path, o que, em última instância, ajuda a melhorar ainda mais os resultados das campanhas de e-mail marketing por assegurar uma melhor entrega das mensagens na caixa de entrada de provedores como Hotmail e Yahoo”, explica ao E-Commerce News.

        Rodrigo de Almeida, Diretor Comercial da Dinamize

        A partir do momento em que o anunciante possui IPs de seu uso exclusivo, se ele adotar boas práticas em relação a todos os aspectos que influenciam a entregabilidade, tais como conteúdo, configurações técnicas – SPF, CNAME, DKIM -, e, engajamento de audiência, sua reputação como remetente, e a dos IPs que utiliza, entrará em um círculo virtuoso, ou seja: quanto mais correta e engajada forem as campanhas, maior será a reputação dos IPs e melhor será a entrega na caixa de entrada, assegura o executivo. “Temos clientes como a Wine, por exemplo, que possui IPs dedicados e fazem uma excelente gestão de suas campanhas de e-mail marketing. Com isso, possuem taxas de aberturas superiores a 60%. Já em uma infraestrutura compartilhada, sem o devido cuidado no gerenciamento, a reputação dos IPs pode ser afetada por outro remetente, ainda que os demais anunciantes sigam as boas práticas”, justifica.

        Ainda assim, Almeida ressalta a importância de se preparar os IPs dedicados para uma grande quantidade de envio, haja vista que, segundo ele, existem vários mecanismos de antispam e blacklists para diagnosticar envios abusivos e spam. “Um deles é o volume de mensagens enviadas por IP por dia ou por hora. Assim, ao iniciar com uma infraestrutura de envio com IPs dedicados, ainda que perfeitamente configurada, é fundamental enviar quantidades pequenas e, gradualmente, ir aumentando, dia após dia, semana após semana. Afinal, os novos IPs não possuem um histórico de grande quantidade de envios por dia e poderão ser bloqueados por provedores ou caírem em blacklist. Os ESPs – E-mail Service Providers – podem ajudar seus clientes a definirem a melhor maneira de fazer o aquecimento dos IPs, também chamado de warm up”, orienta.

        Para potencializar o uso de IPs dedicados, ou seja, aumentar o resultado das suas campanhas de e-mail marketing, o executivo recomenda algumas estratégias, dentre elas, as seguintes:

        a) Prepare um conteúdo que seja bem exibido em dispositivos móveis, pois a maioria dos consumidores filtra seus e-mails em smartphones antes de lê-los no computador, e priorize texto puro às imagens;

        b) Certifique-se de que todas as configurações da sua infraestrutura, como reverso dos IPs, SPF, DKIM, etc, estejam perfeitas e funcionais;

        c) Audite sua base regularmente, eliminando hardbounces, e dê um descanso para os destinatários inativos. Recomendo um descanso de um mês para as pessoas que há três meses não interagirem com sua mensagem. E esse cuidado é recorrente;

        d) Trabalhe de forma segmentada. Identifique os assuntos de maior interesse da sua audiência e tente desmembrar suas ações ‘gerais’ em ações específicas sobre os conteúdos que sua audiência mostrou ter interesse. Isso aumenta o engajamento enormemente;

        e) Por fim, analise periodicamente a base de opt out (descadastros), fazendo pesquisas por telefone ou correio, mesmo que por amostragem, a fim de identificar qualquer ruído na comunicação com seu público e, claro, poder corrigi-los.

        “Em suma: trate suas ações de e-mail marketing com o cuidado e atenção que elas merecem. Pesquise e aprimore os 4 Ps do E-mail Marketing em suas campanhas. O e-mail marketing é a galinha de ovos de ouro do marketing digital: dá muito resultado, a um custo muito acessível e é simples de fazer. Por isso, existe a tendência de sermos negligentes com ele. Em algum momento, essa negligência cobrará seu preço”, enfatiza o executivo.

        Ele acrescenta ainda que, apesar dos bons resultados alcançados por meio dos IPs dedicados, investir em uma infraestrutura de IPs compartilhados não é, necessariamente, ruim. “Em muitos casos, inclusive, é desejável. Um cliente que tem envios esporádicos, por exemplo, pode prestar melhor atendimento em relação a custo e performance, se utilizar uma infraestrutura compartilhada que seja bem gerenciada”, dá a dica e finaliza.

        Font: Ecommercenews

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      • Marketing de Atribuição: Resultados para sua Campanha Digital

      • Publicado as 11:02, em 01 de Janeiro de 2013
      • Categoria: E-commerce
      • O crescimento contínuo do número de pessoas que acessam a internet e as redes sociais tem incentivado muitas empresas de diferentes setores a realizarem campanhas de comunicação nos mais diversos meios digitais: portais, sites de nicho, links patrocinados nos buscadores, blogs e nas redes sociais.

        A vantagem de uma campanha de marketing digital é a possibilidade de obter as informações sobre os resultados de cada um dos diferentes meios, veículos, canais e formatos, como a entrega de impressões, cliques, taxa de clique, taxa de conversão, entre outras.

        Porém, essas informações não são integradas, o que pode acarretar análises equivocadas ao se atribuir todo o retorno obtido apenas ao veículo que gerou a conversão final do cliente, sendo essa conversão uma venda, um cadastro ou mesmo a formação de uma comunidade engajada na sua marca.

        Para não cair neste erro, o ideal é mapear os pontos de contato do cliente com a sua campanha online durante seu caminho para a conversão e assim saber, de maneira precisa, como as ações nos diferentes veículos e formatos estão impactando o seu público alvo, quais estão gerando mais conversões e devem receber um volume maior de recursos e investimento.

        Portanto, a integração das informações de sua campanha online é essencial. Para isso, é preciso investir numa ferramenta de Digital Marketing Suite (DMS), que é um método centralizado que permite medir de que forma cada usuário foi impactado e quanto cada veículo e formato contribuíram para a conversão do cliente, além da personalização da comunicação em função do seu comportamento e interesse. Um bom exemplo dessa ferramenta é a empresa IgnitionOne, há pouco tempo no Brasil, mas que já demonstra a que veio, através de muitos cases interessantes, como da concessionária GM.

        Exemplo: uma cliente encontra seu site clicando em um link patrocinado. Ela volta uma semana depois clicando em uma rede social. Nesse mesmo dia, ela recebe um email e volta pela terceira vez para o seu site, agora com uma possibilidade maior de conversão, na visão da ferramenta que calcula a pretensão do usuário para a compra. Ainda assim, não faz a compra. Como a ferramenta sabe o produto de interesse desta cliente, é possível gerar um banner com uma promoção desse produto em um site qualquer que ela acesse. Mais uma vez ela é impactada, entra no site e finalmente realiza a compra.

        Na prática não é apenas um veículo ou formato que proporcionou a conversão, conforme o exemplo apresentado, mas cada um dos pontos de contato com a campanha online teve sua parcela de contribuição. Afinal, o último clique no banner poderia não ter ocorrido se não houvesse uma conhecimento adquirido sobre o produto de interesse e o estágio de compra desta usuária, de modo a reconhecer o momento apropriado para fazer uma oferta diferenciada. Tudo isso só foi possível devido à integração e centralização dos conhecimentos obtidos durante o processo.

        Esse conhecimento permite desenvolver campanhas online baseadas na experiência de cada usuário (engajamento), o que pode ser chamado de atribuição de comportamento ou marketing de atribuição, e, consequentemente, obter melhores resultados e rentabilizar o investimento ao destinar para cada veículo e formato o correspondente ao seu peso de contribuição para o caminho de conversão, além do desenvolvimento de uma comunicação mais personalizada e adequada ao estágio de compra.

        É por conta dessa sofisticação que o marketing de atribuição tem se tornado a última palavra quando o assunto é Marketing no mundo digital.

        Font: ecommercenews

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      • 6 Tendências no Design do e-commerce

      • Publicado as 10:51, em 01 de Janeiro de 2013
      • Categoria: E-commerce
      • No mesmo ritmo em que as tecnologias do mundo virtual estão em constante evolução, o design também sempre evolui para se adequar a todas essas novidades. Navegação intuitiva, usabilidade e inovação são as palavras chaves do momento. Tudo gira ao redor desses conceitos, sempre com o objetivo de atender aos usuários cada vez mais exigentes do mercado. Selecionamos algumas tendências de design que tem tudo para fazer o seu comércio eletrônico ser um sucesso neste ano. Confira!

        1. Design Minimalista

        Uma grande tendência de design para o E-commerce atualmente é a objetividade e a navegação intuitiva. A usabilidade vem se tornando cada vez mais importante e essencial para o sucesso do comércio eletrônico. Devido a isso, lojas “cleans” estão em alta, pois ajudam o cliente a encontrar facilmente o que deseja. O objetivo da criação de lojas limpas e minimalistas é o foco nos elementos principais e nas ações mais importantes para a navegação, sem deixar de pensar nos elementos necessários para a criação da identidade visual da loja. Hoje em dia, o “clean” está diretamente ligado com tecnologia, sofisticação e inovação, qualidades que são muito valorizadas pelo consumidor atual.
        Design Minimalista

        Mas o desafio não é tão simples como parece: uma loja clean não tem nada a ver com uma loja vazia ou básica. É preciso ter cuidado para que a loja seja simples ao navegar e ao mesmo tempo autêntica, mantendo a identidade da sua marca.

        2. Tipografia

        Com a evolução da tipografia para websites (graças ao Google Web Fonts), temos diversas opções de fontes disponíveis que podem ser utilizadas nas lojas virtuais e que funcionam em todos os computadores, sem precisarmos recorrer às imagens. Esse progresso permite que a tipografia ganhe muito mais importância, e a previsão é que ela ganhará força e se tornará parte integrante no projeto dos websites. Assim como no design impresso, as belas fontes também serão utilizadas nas mídias digitais, acabando com as limitações que tínhamos até pouco tempo atrás.
        Tipografia especial para e-commerce

        3. Grandes imagens e banners

        O uso de fotografias grandes em um projeto web, seja como plano de fundo ou parte do conteúdo, ajuda a transmitir as emoções que a marca deseja passar ao seu público através do layout. Porém, ao utilizar essa tendência na loja virtual, é preciso ficar atento com relação ao peso das imagens, para que o seu carregamento não fique lento.
        Grandes imagens e banners

        Outra grande tendência são os FullBanners na página principal. Quando bem planejados (utilizando boas fotografias e tipografia agradável), os banners transmitem a identidade da marca, passando todos os conceitos e valores aos usuários que a visualizam, permanecendo em suas mentes. Uma loja que demonstra possuir cuidado e criatividade na seleção das suas imagens transmite credibilidade ao consumidor, ajudando muito na conversão em vendas.

        4. Topo flutuante

        O Topo Flutuante (muito utilizado nas redes sociais) permanece no topo da loja mesmo quando o usuário rola para baixo da página, sendo acessível em qualquer lugar do site, sem precisar se deslocar. Isso permite que os elementos principais para a navegação na loja virtual (como a ferramenta de busca e o mini-carrinho) sejam sempre visualizados, facilitando o encontro do cliente com o que está procurando.
        Topo flutuante

        5. Rolagem infinita

        Outra tendência no E-commerce que surgiu a partir das redes sociais é a rolagem infinita, também conhecida como Scroll Infinito. A estratégia de fazer o usuário navegar sem precisar selecionar a página seguinte cai como uma luva nas estratégias do comércio eletrônico, pois permite que aquele cliente que antes não passava das primeiras páginas da loja visualize um número muito maior de produtos, aumentando a chance deste usuário finalizar uma compra em sua loja.
        Rolagem infinita

        6. Branding

        Toda empresa deseja que sua marca seja perceptível e que seja capaz de ser reconhecida pelas pessoas em poucos segundos. Neste ano, espera-se que as lojas virtuais sejam projetadas pensando primeiramente na identidade visual do negócio, antes mesmo de pensar nas últimas tendências de design do mercado. De nada adianta possuir uma loja clean, com lindos banners, bela tipografia e ferramentas super modernas se a sua loja não transmitir a “cara” da sua marca.
        Branding

        É muito importante que o comércio eletrônico represente a sua marca, assim como todos os outros meios de comunicação produzidos para divulgação de seu negócio, que juntos formam e fortalecem a sua identidade visual, planejada e projetada para atender ao seu público-alvo.

         

        Font: ecommercenews

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