• Marketing de Atribuição: Resultados para sua Campanha Digital

      • Publicado as 11:02, em 01 de Janeiro de 2013
      • Categoria: E-commerce
      • O crescimento contínuo do número de pessoas que acessam a internet e as redes sociais tem incentivado muitas empresas de diferentes setores a realizarem campanhas de comunicação nos mais diversos meios digitais: portais, sites de nicho, links patrocinados nos buscadores, blogs e nas redes sociais.

        A vantagem de uma campanha de marketing digital é a possibilidade de obter as informações sobre os resultados de cada um dos diferentes meios, veículos, canais e formatos, como a entrega de impressões, cliques, taxa de clique, taxa de conversão, entre outras.

        Porém, essas informações não são integradas, o que pode acarretar análises equivocadas ao se atribuir todo o retorno obtido apenas ao veículo que gerou a conversão final do cliente, sendo essa conversão uma venda, um cadastro ou mesmo a formação de uma comunidade engajada na sua marca.

        Para não cair neste erro, o ideal é mapear os pontos de contato do cliente com a sua campanha online durante seu caminho para a conversão e assim saber, de maneira precisa, como as ações nos diferentes veículos e formatos estão impactando o seu público alvo, quais estão gerando mais conversões e devem receber um volume maior de recursos e investimento.

        Portanto, a integração das informações de sua campanha online é essencial. Para isso, é preciso investir numa ferramenta de Digital Marketing Suite (DMS), que é um método centralizado que permite medir de que forma cada usuário foi impactado e quanto cada veículo e formato contribuíram para a conversão do cliente, além da personalização da comunicação em função do seu comportamento e interesse. Um bom exemplo dessa ferramenta é a empresa IgnitionOne, há pouco tempo no Brasil, mas que já demonstra a que veio, através de muitos cases interessantes, como da concessionária GM.

        Exemplo: uma cliente encontra seu site clicando em um link patrocinado. Ela volta uma semana depois clicando em uma rede social. Nesse mesmo dia, ela recebe um email e volta pela terceira vez para o seu site, agora com uma possibilidade maior de conversão, na visão da ferramenta que calcula a pretensão do usuário para a compra. Ainda assim, não faz a compra. Como a ferramenta sabe o produto de interesse desta cliente, é possível gerar um banner com uma promoção desse produto em um site qualquer que ela acesse. Mais uma vez ela é impactada, entra no site e finalmente realiza a compra.

        Na prática não é apenas um veículo ou formato que proporcionou a conversão, conforme o exemplo apresentado, mas cada um dos pontos de contato com a campanha online teve sua parcela de contribuição. Afinal, o último clique no banner poderia não ter ocorrido se não houvesse uma conhecimento adquirido sobre o produto de interesse e o estágio de compra desta usuária, de modo a reconhecer o momento apropriado para fazer uma oferta diferenciada. Tudo isso só foi possível devido à integração e centralização dos conhecimentos obtidos durante o processo.

        Esse conhecimento permite desenvolver campanhas online baseadas na experiência de cada usuário (engajamento), o que pode ser chamado de atribuição de comportamento ou marketing de atribuição, e, consequentemente, obter melhores resultados e rentabilizar o investimento ao destinar para cada veículo e formato o correspondente ao seu peso de contribuição para o caminho de conversão, além do desenvolvimento de uma comunicação mais personalizada e adequada ao estágio de compra.

        É por conta dessa sofisticação que o marketing de atribuição tem se tornado a última palavra quando o assunto é Marketing no mundo digital.

        Font: ecommercenews

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      • 6 Tendências no Design do e-commerce

      • Publicado as 10:51, em 01 de Janeiro de 2013
      • Categoria: E-commerce
      • No mesmo ritmo em que as tecnologias do mundo virtual estão em constante evolução, o design também sempre evolui para se adequar a todas essas novidades. Navegação intuitiva, usabilidade e inovação são as palavras chaves do momento. Tudo gira ao redor desses conceitos, sempre com o objetivo de atender aos usuários cada vez mais exigentes do mercado. Selecionamos algumas tendências de design que tem tudo para fazer o seu comércio eletrônico ser um sucesso neste ano. Confira!

        1. Design Minimalista

        Uma grande tendência de design para o E-commerce atualmente é a objetividade e a navegação intuitiva. A usabilidade vem se tornando cada vez mais importante e essencial para o sucesso do comércio eletrônico. Devido a isso, lojas “cleans” estão em alta, pois ajudam o cliente a encontrar facilmente o que deseja. O objetivo da criação de lojas limpas e minimalistas é o foco nos elementos principais e nas ações mais importantes para a navegação, sem deixar de pensar nos elementos necessários para a criação da identidade visual da loja. Hoje em dia, o “clean” está diretamente ligado com tecnologia, sofisticação e inovação, qualidades que são muito valorizadas pelo consumidor atual.
        Design Minimalista

        Mas o desafio não é tão simples como parece: uma loja clean não tem nada a ver com uma loja vazia ou básica. É preciso ter cuidado para que a loja seja simples ao navegar e ao mesmo tempo autêntica, mantendo a identidade da sua marca.

        2. Tipografia

        Com a evolução da tipografia para websites (graças ao Google Web Fonts), temos diversas opções de fontes disponíveis que podem ser utilizadas nas lojas virtuais e que funcionam em todos os computadores, sem precisarmos recorrer às imagens. Esse progresso permite que a tipografia ganhe muito mais importância, e a previsão é que ela ganhará força e se tornará parte integrante no projeto dos websites. Assim como no design impresso, as belas fontes também serão utilizadas nas mídias digitais, acabando com as limitações que tínhamos até pouco tempo atrás.
        Tipografia especial para e-commerce

        3. Grandes imagens e banners

        O uso de fotografias grandes em um projeto web, seja como plano de fundo ou parte do conteúdo, ajuda a transmitir as emoções que a marca deseja passar ao seu público através do layout. Porém, ao utilizar essa tendência na loja virtual, é preciso ficar atento com relação ao peso das imagens, para que o seu carregamento não fique lento.
        Grandes imagens e banners

        Outra grande tendência são os FullBanners na página principal. Quando bem planejados (utilizando boas fotografias e tipografia agradável), os banners transmitem a identidade da marca, passando todos os conceitos e valores aos usuários que a visualizam, permanecendo em suas mentes. Uma loja que demonstra possuir cuidado e criatividade na seleção das suas imagens transmite credibilidade ao consumidor, ajudando muito na conversão em vendas.

        4. Topo flutuante

        O Topo Flutuante (muito utilizado nas redes sociais) permanece no topo da loja mesmo quando o usuário rola para baixo da página, sendo acessível em qualquer lugar do site, sem precisar se deslocar. Isso permite que os elementos principais para a navegação na loja virtual (como a ferramenta de busca e o mini-carrinho) sejam sempre visualizados, facilitando o encontro do cliente com o que está procurando.
        Topo flutuante

        5. Rolagem infinita

        Outra tendência no E-commerce que surgiu a partir das redes sociais é a rolagem infinita, também conhecida como Scroll Infinito. A estratégia de fazer o usuário navegar sem precisar selecionar a página seguinte cai como uma luva nas estratégias do comércio eletrônico, pois permite que aquele cliente que antes não passava das primeiras páginas da loja visualize um número muito maior de produtos, aumentando a chance deste usuário finalizar uma compra em sua loja.
        Rolagem infinita

        6. Branding

        Toda empresa deseja que sua marca seja perceptível e que seja capaz de ser reconhecida pelas pessoas em poucos segundos. Neste ano, espera-se que as lojas virtuais sejam projetadas pensando primeiramente na identidade visual do negócio, antes mesmo de pensar nas últimas tendências de design do mercado. De nada adianta possuir uma loja clean, com lindos banners, bela tipografia e ferramentas super modernas se a sua loja não transmitir a “cara” da sua marca.
        Branding

        É muito importante que o comércio eletrônico represente a sua marca, assim como todos os outros meios de comunicação produzidos para divulgação de seu negócio, que juntos formam e fortalecem a sua identidade visual, planejada e projetada para atender ao seu público-alvo.

         

        Font: ecommercenews

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      • O que é S.E.O. ?

      • Publicado as 10:35, em 01 de Janeiro de 2013
      • Categoria: S.E.O.
      • Search Engine Optimization (SEO) é um conjunto de técnicas, métodos e/ou estudos que visam melhorar o posicionamento de suas páginas no mecanismo de busca, ou seja, quando um usuário digita no mecanismo de busca uma palavra-chave, o objetivo do SEO é fazer com que uma (ou várias) das páginas do seu website, apareça entre os primeiros resultados da busca orgânica.

        O termo Search Engine Optimization foi usado pela primeira vez pela empresa Multimedia Marketing Group (MMG), de John Audette, onde o objetivo era realizar métodos que fizessem com que um website conseguisse um posicionamento nos resultados de busca melhor do que os concorrentes.

        É muito importante não confundir os resultados orgânicos com os resultados patrocinados. Como exemplificado na imagem, os resultados orgânicos são marcados com verde e os resultados patrocinados são marcados com vermelho.

        Google SERP

        Entre estas técnicas e métodos, podemos dividir o SEO em duas frentes distintas: os fatores On-Page e os fatores Off-Page. Pela tradução direta, os fatores On-Page caracterizam-se por técnicas que alteram ou melhoram aspectos internos do site. Já os Off-page caracterizam-se pelos aspectos externos.

        Entre os principais fatores On-Page, podemos listar:

            Títulos das páginas
            Meta tags
            Heading tags
            Atributo alt em imagens
            Domínio
            URL do arquivo
            Conteúdo


        Com relação aos fatores Off-Page, podemos listar:

            Número de links externos
            Qualidade dos links externos
            Texto âncora dos links externos
            Idade de um domínio


        Os fatores mencionados acima são apenas a “ponta do iceberg” uma vez que existe uma página, criada pela empresa SEOmoz, mostrando cerca de 200 fatores e comentários de especialistas de SEO em cada um destes fatores.

        Esta página ilustra claramente o trabalho de um profissional de SEO, que deve realizar uma engenharia reversa nos mecanismos de busca, testando modificações nas páginas de um website, a fim de detectar possíveis indícios de um novo fator.

        E qual a Vantagem do SEO?

        A essência do trabalho de SEO é angariar novos visitantes e, com mais visitas, aumentam as suas chances de conversão. Logo, com um bom trabalho de SEO, você pode aumentar as suas vendas, número de visualizações de página, assinantes de feeds, ou seja qual for a sua métrica de conversão.

        É importante frisar que SEO é um trabalho de médio/longo prazo que visa aumentar a quantidade de visitantes através de confiança dos buscadores. Uma vez feito o trabalho, quando o site aparecer bem nas pesquisas, será por credibilidade.

        Font: mestreseo.com.br

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      • Roteiro Contábil para Abertura de uma loja virtual

      • Publicado as 10:04, em 01 de Janeiro de 2013
      • Categoria: E-commerce
      • Contabilidade para varejo já é uma coisa um pouco confusa, para varejo digital então parece um bicho de 7 cabeças; mas não é.

        Veja abaixo respostas para suas duvidas contábeis sobre lojas virtuais.

        Todo dia em nosso Chat Consulting respondemos dúvidas sobre como abrir contabilmente uma loja virtual, qual os impostos etc… Resolver tirar de uma vez por todas essas dúvidas.

         

        1) Para vender pela internet ( ter uma loja virtual ) preciso ter um CNPJ obrigatoriamente?

        SIM!

         

        2) Quais os impostos que incidem sobre uma loja virtual?

         

        Depende, se se você se enquadrar como MEI, pagará menos de 60,00 fixo mensal se você se enquadrar como Simples Nacional, pagará 4% de imposto mensalmente.

        3) Quais são os passos “Contabeis” para abrir oficialmente ma loja virtual

         

        Primeiro Passo : Escolha o “tipo” da empresa:

        A legislação brasileira estabelece 5 (cinco) tipos de sociedade, dentre as quais a “sociedade empresária” deverá optar:

        1. Sociedade em Nome Coletivo; 2. Sociedade em Comandita Simples; 3. Sociedade em Comandita Por Ações; 4. Sociedade Anônima; 5. Sociedade Limitada.

        As sociedades Anônima e Limitada são as mais comuns no Brasil em virtude da responsabilidade dos sócios ser limitada em relação às obrigações assumidas pela empresa. Os demais tipos societários possuem sócios que respondem ilimitadamente pelas obrigações sociais, portanto, não são aconselháveis. Para se ter uma idéia, segundo dados divulgados pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio – DNRC, aproximadamente 99% das sociedades registradas entre 1985 e 2001, foram do tipo “Sociedades por Cotas de Responsabilidade Limitada”.

        A “Sociedade Anônima” é mais adequada aos grandes empreendimentos, ou seja, às grandes empresas, em virtude da rigidez das regras que a regulamenta. Portanto, não é uma boa opção para as pequenas empresas. A melhor opção para a pequena empresa, sem dúvida nenhuma, é o tipo “Sociedade Limitada”, uma vez que pos- sui regras mais simples que as demais, além de preservar melhor a figura dos sócios.

         

        2º Passo – O Nome da Empresa

        O passo seguinte é a escolha do nome da empresa. Dependendo do tipo de sociedade escolhida, o nome da empresa pode ser em forma de:denominação social ou firma.
        A sociedade limitada pode adotar tanto firma como denominação social, tanto faz, mas ao final do nome deve constar a palavra“limitada” ou sua abreviatura “Ltda”.

        A firma será composta com o nome de um ou mais sócios, desde que pessoas físicas, de modo indicativo da relação social. Ex.: José Terra e Luis Marte Comércio Virtual Ltda.
        A denominação deve designar o objeto da sociedade, sendo permitido nela figurar o nome de um ou mais sócios. Ex.: Intergaláxia Loja Virtual Ltda.

        DICA DE OURO: Cuidado! A omissão da palavra “Limitada” ou de sua abreviatura “Ltda.” determina a responsabilidade solidária e ilimitada dos administradores que assim empregarem a firma ou a denominação da sociedade.

        A inscrição do nome da empresa (firma ou denominação social) no respectivo órgão de registro (Junta Comercial), assegura o seu uso exclusivo, no mesmo ramo de atividade, nos limites do respectivo Estado em que a empresa for registrada. Entretanto, caso você queira estender a proteção e o uso com exclusividade do nome (marca) de sua empresa para todo o território nacional, você deverá requerer o registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI.

        Escolhido o nome da empresa, é preciso fazer o pedido de busca na Junta Comercial para verificar se não há outra sociedade registra da com o mesmo nome. Esta busca é realizada mediante o pagamento de uma taxa. É muito importante também que você faça uma pesquisa no INPI para saber se existe alguma marca registrada seme lhante ao nome de sua empresa.

         

        3º Passo – Providenciar os seguintes documentos

         

        • Fotocópia do IPTU do imóvel onde será a sede da empresa;
        • Contrato de locação registrado em cartório (se o imóvel for alugado),ou declaração do proprietário (quando o imóvel for cedido);
        • Fotocópia autenticada do RG e CPF/MF dos Sócios;
        • Fotocópia autenticada do comprovante de endereço dos Sócios;
        • Verificar as exigências do Conselho Regional quanto à elaboração do Contrato Social, especialmente sobre formação societária e responsabilidades técnicas.

         

        4º Passo – Contrato Social

         

        Para o registro da sociedade, é preciso elaborar e apresentar o contrato social da empresa na Junta Comercial. Para se ter uma idéia sobre a importância do contrato social, ele representa para a empre- sa (pessoa jurídica), o que a certidão de nascimento representa para as pessoas físicas. Neste contrato devem constar cláusulas exigidas pela legislação em vigor, que estabeleçam regras a serem observadas pelos sócios, inclusive os direitos e deveres de cada um. Recomendamos que ele seja elaborado por um advogado, entretanto, muitos contabilistas possuem modelos para este fim. Ao final, o contrato deve ser assinado por um advogado, exceto se tratar de microempresa ou empresa de pequeno porte nos termos da Lei nº 9.841/99.

        Obs.: Você deverá providenciar a averbação do contrato social junto ao Conselho Regional antes de registrá-lo na Junta Comercial do Estado de S ã o P a u l o – J U C E S P.

        Cláusulas necessárias de um contrato social:

        a) Tipo societário;
        b) Qualificação completa dos sócios;
        c) Endereço completo da empresa;
        d) Nome empresarial (firma ou denominação social);
        e) Objeto social (indicação da atividade da empresa);
        f) Capital social (é a quantia necessária, representada por bens ou dinheiro, necessária para que a empresa possa iniciar suas atividades);
        g) Valor da quota de cada sócio no capital social;
        h) Responsabilidade limitada dos sócios;
        i) Forma de convocação das reuniões ou assembléias;
        j) Nomeação do administrador e seus poderes (no próprio contrato social ou em documento separado);
        k) A participação de cada sócio nos lucros e nas perdas;
        l) Exclusão ou falecimento de sócio;
        m) Regulamentar a cessão de cotas sociais;
        n) Foro de eleição (indicação do juízo em que deverá ser resolvida qualquer controvérsia referente ao contrato social);
        o) Prazo de duração da empresa.

        Para obter informações complementares, Acesse O site do Departamento Nacional de Registro de Comér- cio – DNRC:http://www. dnrc.gov. br/ – Clique em: Serviços-Código Civil/2002.

         

        5º Passo – Órgãos de Registro

         

        a. Registro na Junta Comercial

        O registro da Sociedade Empresária é feito na Junta Comercial e deve seguir os seguintes FASES:

        Depois de escolher o nome da empresa, realizar a busca do nome e providenciar a documentação mencionada, você deverá confecci- onar 4 (quatro) vias de igual teor do contrato social, com todas as folhas rubricadas e a última assinada pelos sócios, testemunhas e advogado (micro ou pequena empresa está dispensada da assinatu- ra de advogado). Em seguida, o contrato social deverá ser entregue na Junta Comercial, juntamente com os demais documentos exigi- dos pelo órgão.

        No Estado de São Paulo, a Junta Comercial – JUCESP, traz em seu site todas as informações e documentos necessários para se constituir uma empresa. Para tanto, basta acessar o seguinte endereço: www.jucesp.sp.gov.br.Caso não seja possível acessar o site, dirija-se ao posto da Junta Comercial mais próximo.

        b. Receita Federal (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ)

        Todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas (empresário e pessoa física equiparada à pessoa jurídica), estão obrigadas a se inscre- ver na Receita Federal. Todas as informações e documentação neces sárias ao cadastro podem ser obtidas no seguinte endereço na internet: www.receita.fazenda.gov.br. Procure no site: • Cadastros da Receita Federal• Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ• Orientações ao Contribuinte.

        Caso não seja possível acessar o site, vá pessoalmente ao posto da Secretaria da Receita Federal mais próximo.

        c. Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo

        O fato de sua LOJA VIRTUAL realizar vendas de mercadorias faz com que ela seja contribuinte do ICMS e, conseqüentemente, está obrigada a se registrar na Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. Saiba que para este registro será necessário que você indique o número do CRC (registro no Conselho Regional de Contabilidade) do contabilista responsável.

        O registro na Secretaria da Fazenda para obtenção da Inscrição Estadual (IE), destinada aos contribuintes do ICMS, deve ser feito junto ao Posto Fiscal Eletrônico da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, pela internet, no seguinte endereço www.pfe.fazenda.sp.gov.br • Serviços Eletrônicos – “Abertura: Deca Inicial”. Caso você tenha dúvidas sobre o procedimento, clique em “Treinamento” que o sistema irá simular o preenchimento das guias necessárias ao registro.

        “O Posto Fiscal Eletrônico também dispõe de outros serviços, tais como: alteração de dados Cadastrais, a nova AIDF (Autorização para a Impressão de Documento Fiscal), sua conta-corrente com o Fisco, a possibilidade de calcular e atualizar seu débito, incluindo a impres- são da respectiva GARE (Guia de Arrecadação do Estado) ou paga- mento por home-banking, transmitir sua GIA (Guia de Informação e Apuração de ICMS) pela internet. Tudo isso com segurança devido a sistema rigoroso de controle de acesso e indecifrável sistema de gera- ção e distribuição de senhas”

        Caso não seja possível acessar o site, compareça ao posto da Secretaria da Fazenda mais próximo.

        d. Inscrição na Prefeitura Municipal de São Paulo

        Estão sujeitas à inscrição no Cadastro de Contribuintes Mobiliários (CCM) do Município de São Paulo, as pessoas físicas e jurídicas estabelecidas no Município que desenvolvam algum tipo de atividade. Se você pretende atuar no município de São Paulo, visite o site da Secretaria de Finanças de São Paulo e obtenha maiores informações:
        http://www.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/financas/servicos/guia_do_contribuinte/tributos_mobiliarios_iss.asp. A inscrição é gratuita, dispensa intermediários e deve ser procedida no prazo de 30 (trinta) dias contados do início da atividade.

        Se não for possível acessar o site, dirija-se ao Departamento de Rendas Mobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo (Rua Brigadeiro Tobias, 691 – São Paulo).

        e. Inscrição em outro Município

        Se sua empresa for constituída em outro município, consulte a Prefeitura local para obter informações sobre a inscrição da mesma. Registro de Empresário O interessado em obter personalidade jurídica como empresário, deverá seguir os mesmos passos relacionados no processo de consti- tuição de uma sociedade empresária. Entretanto, ao invés do con- trato social, o interessado deverá apresentar uma declaração própria exigida pela Junta Comercial.

        A Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP, disponibilizou em seu site (www.jucesp.sp.gov.br) o programa Cadastro Digital, que permite ao usuário gerar, em disquete, informações cadastrais relati- vas aos arquivamentos de constituições ou anotações doEmpresário. O sistema permitirá, também, que todos os formulários necessários sejam emitidos corretamente, com o mínimo de trabalho para ,seu operador.

        Caso não seja possível acessar o site, vá pessoalmente ao posto da Junta Comercial mais próximo.

        Complicado né? Mas passado todos esses passos você já poderá vender online!!!! Empreendedor no Brasil  precisa ser persistente!

        E lembre-se , o comércio eletrônio operou no Brasil livremente durante alguns anos, apartir de 2010 a fiscalização aumentou e não há como escapar do “registro contábil e fiscal ” da sua loja virtual;  Exemplo disso é a determinação da Secretaria da Fazenda de São Paulo, que obrigou as empresas paulistas de hospedagem de sites de e-commerce a informar, até o dia 20 de janeiro 2011, os dados de usuários que fizeram vendas maiores do que nove itens de mercadorias, ou R$ 60 mil, em um dos trimestres do ano passado. As empresas que não enviaram as informações poderão ser intimadas a pagar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) não recolhido.

        As garras do Leão estão começando a alcançar o comércio eletrônico. Quem não estiver atento às exigências da Receita, que não serão poucas, não sobreviverá nesse mercado.

         

        Font: ecommercenews

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      • O Poder da cor do botão Comprar!

      • Publicado as 09:09, em 01 de Janeiro de 2013
      • Categoria: E-commerce
      • Muitos lojistas e desenvolvedores sabem da importância que a cor dos botões call-to-action (os que levam à ação que se espera.) têm para o aumento da taxa de conversão de uma loja virtual e isso não é nenhuma novidade.

        Mas qual é a cor que mais gera conversão?

        Há algum tempo, tenho ouvido muitas pessoas afirmarem que a cor que mais converte views em cliques é o verde, porém, sempre me mostrei resistente à ideia de analisar um elemento da página de forma individual sem que fosse observado o todo.

        Um dos mais importantes princípios da Gestalt diz que o todo é maior que a soma de suas partes. Mas o que isso quer dizer?

        O botão é apenas um dos elementos da página e não deve ser avaliado separadamente, pois quando os elementos são vistos juntos, seu cérebro irá interpretar todo o conjunto ao mesmo tempo. (Faço um paralelo com uma música. Não se pode julgar uma música considerando apenas um instrumento, pois quando você a ouve, percebe todos os sons ao mesmo tempo.)

        Sendo assim, como fazer pra que o botão trabalhe em conjunto com os demais elementos visuais da página para gerar mais cliques?

        Foi exatamente essa pergunta que o pessoal da Hubspot fez e para atestar a eficácia do botão verde, elaboraram um teste A/B em uma situação real para saber se o verde realmente gerava mais conversão.

        As cores escolhidas para o teste foram o verde e o vermelho por serem opostas. O verde carrega consigo a conotação de “Siga” enquanto o vermelho simboliza o “Pare”.

        Qual a sua opinião?

        Qual gerou mais cliques?

        Note que a única coisa diferente nas duas páginas é a cor do botão. Textos e diagramação foram mantidos exatamente iguais tanto numa quanto na outra.

        Font: Ecommercenews

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      • Oque esperar da Economia em 7 anos

      • Publicado as 09:00, em 01 de Janeiro de 2013
      • Categoria: Curiosidades
      • O economista Ricardo Amorim fala sobre passado, presente e futuro para as empresas no Brasil, dando início a série especial em comemoração aos sete anos do Mundo do Marketing

         

        A crise nos Estados Unidos e na Europa, somada à ascensão de mais de 55 milhões de brasileiros para as classes A, B e C e o acréscimo mundial de mais de 400 milhões de pessoas à nova classe média foram fatores que contribuíram para um cenário favorável ao crescimento dos países emergentes, inclusive o Brasil, nos últimos sete anos.

        Mesmo diante deste cenário de prosperidade, o próximo período de sete anos se anuncia mais cauteloso do que o anterior. Demanda por geração de emprego, alto custo de produção interna causada por valorização cambial e risco de inflação são alguns dos fatores que devem desacelerar o crescimento. Este cenário, porém, não significa retrocesso.

        A crise dos países ricos, sem previsão de recuperação em curto prazo, deve servir de suporte para que as nações emergentes, como o Brasil, se aproximem das desenvolvidos. “As diferenças estão ficando menores, os países ricos estão estagnados. O mesmo mecanismo acontece internamente: o interior cresce mais que as capitais, o que propicia o equilíbrio”, analisa Ricardo Amorim, Economista e Presidente da Ricam Consultoria, em entrevista ao Mundo do Marketing.

        Mundo do Marketing - O que realmente mudou nos últimos sete anos e que impacta o cenário econômico brasileiro, mundial e, consequentemente, as empresas?


        Ricardo Amorim – As mudanças que continuam se refletindo até hoje na verdade se iniciaram um pouco antes, em 2001. Basicamente temos dois fatos: primeiro, a entrada da China na Organização Mundial do Comércio impactou a economia mundial devido à mão de obra pouco valorizada do país, o que barateia as importações.  Isso foi duplamente positivo para o Brasil que passou a importar a maioria dos produtos mais barato e, ao mesmo tempo, exportar mais matéria prima. O segundo fato é a desvalorização do Euro e do Dólar, ou seja, do capital. Como os produtos industrializados têm mais peso do que a alimentação, a inflação caiu. Em consequência, os juros também diminuíram, alcançando as menores taxas da história, o que nos países emergentes possibilita expansão de crédito e do consumo. Isso automaticamente coloca os países que exportam capital em uma posição econômica ruim.  A crise que atingiu Europa e Estados Unidos a partir de 2008 reforça um movimento que já estava acontecendo: o mundo está virando de cabeça para baixo. Os emergentes começam a ser bem sucedidos e os ricos começam a dar errado.

        Mundo do Marketing – Qual a importância da classe média para o desenvolvimento recente da economia do Brasil?


        Ricardo Amorim – Entre 2006 e 2011, 55 milhões de brasileiros emergiram para as classes A, B e C. Isso representa toda a população da Itália consumindo no Brasil. No mesmo período, globalmente os países emergentes seguiram a mesma tendência com 400 milhões de pessoas ingressando na nova classe média. Essa transição viabilizou a expansão de crédito e, aliada à diminuição dos juros, resultou em crescimento das vendas a prazo. Isso levou o país a ter um crescimento mais acelerado.  Em paralelo, o Brasil atingiu a menor taxa de desemprego da história, inclusive com aumento de renda. Na contra mão, a Europa e os Estados Unidos estão próximos de atingir as taxas de desemprego mais alta das suas histórias acompanhadas dos salários mais baixos.

        Mundo do Marketing – De que forma a ascensão social impactou o consumo nos países emergentes?


        Ricardo Amorim -  O consumo está migrando para os países emergentes com PIB fortalecido e a produção crescendo nos países ricos que vivem em estado de recessão. Diante dessa realidade, a taxa de câmbio se altera e o Real fica mais forte. Portanto, produzir no Brasil fica mais caro, enquanto o Dólar e o Euro se desvalorizam, propiciando a produção e o acesso turístico.

        Mundo do Marketing - Podemos dizer que nestes sete anos a economia do Brasil ficou mais madura?


        Ricardo Amorim –  Sim, levando em conta os créditos externos muito mais sólidos. O Brasil conta com um nível muito alto de reservas internacionais, praticamente US$ 400 bilhões, o que gera tranquilidade. Particularmente, o desenvolvimento tem sido muito forte. No ano passado, o país foi o terceiro com mais investimentos do exterior, atrás somente dos Estados Unidos e da China. Por outro lado, o setor público continua sendo um calcanhar de Aquiles.  Mas isso é natural, porque um processo de amadurecimento nunca é linear.

        Mundo do Marketing – O que esperar dos próximos sete anos? Qual o maior desafio?


        Ricardo Amorim -É um grande desafio para os próximos sete anos conseguir crescer nesse ritmo usando os fatores de produção que o país tem, mas não utiliza na sua totalidade. Um exemplo é a infraestrutura, que vinha se arrastando desde 2003 e agora necessita de investimento.  E o aumento da produtividade dos trabalhadores com investimento em educação. Isso é necessário para manter a o crescimento de renda, uma vez que o desemprego atingiu níveis baixíssimos.

        Mundo do Marketing – Qual a principal tendência para a indústria no próximo período de sete anos?


        Ricardo Amorim - Acredito na mecanização e maior utilização de softwares e máquinas em geral. Com a mão de obra mais cara e pouco produtiva devido à carência de educação e valorização do Real, as máquinas se tornam uma boa alternativa. Com os equipamentos importados mais baratos, haverá uma mudança na característica produtiva brasileira: fica mais barato para as empresas terem máquinas do que contratar funcionários.

        Mundo do Marketing - Os investimentos externos tão expressivos nos últimos anos devem se manter?


        Ricardo Amorim - Os investidores externos vêm de regiões que estão passando por problemas. O Brasil é a escolha porque é um dos maiores mercados emergentes e deve continuar recebendo empresas estrangeiras, mas em menor escala devido à redução de desempenho nos últimos dois anos. O governo tomou uma série de medidas que assustou os investidores estrangeiros e até os brasileiros: fez alterações no setor elétrico, nos bancos e nas telecomunicações com regras mais duras para os serviços. Foram medidas favoráveis do ponto de vista do consumidor, só que a forma como foi feito gerou uma incerteza jurídica, o que pode representar a perda de bilhões de dólares para as empresas. 

        Mundo do Marketing – O que esperar dos eventos esportivos de 2014 e 2016?


        Ricardo Amorim -  Os eventos devem ser vistos como processos. Precisamos entender por que vieram para cá. São eventos privados: a Copa é da FIFA e as Olimpíadas são do COI. A última Copa foi na África do Sul, agora teremos no Brasil e as próximas, na Rússia e no Catar, todos países emergentes. O mesmo raciocínio das multinacionais serve para a FIFA. Ela está querendo levar o negócio do futebol para onde existe crescimento e, consequentemente, resultados.  Para o país que sedia é uma oportunidade única de acelerar o crescimento em infraestrutura. Uma Copa realizada em um país desenvolvido como na Alemanha, por exemplo, gera muito menos impacto estrutural do que no Brasil.

        Mundo do Marketing – Qual a projeção para o mercado nos próximos sete anos? Além do setor de construção, quais se fortalecem?


        Ricardo Amorim - Em um estudo realizado entre os anos de 2003 e 2004, concluiu-se que em 97% das fusões entre empresas americanas ou europeias e brasileiras, a do país emergente estava sendo comprada.  O quadro se inverteu e atualmente na metade das vezes, a companhia brasileira é a compradora. Exemplo disso foi a compra da Heinz pelo 3G Capital. A valorização do Real contribui para isso porque faz com que a produção nacional renda muito mais. O PIB em 2003 era de US$ 500 milhões. No ano passado foi de US$ 2,5 trilhões.

        Mundo do Marketing - Como fica a saúde financeira do brasileiro nos próximos anos?


        Ricardo Amorim - Deve acontecer um aumento de renda, que vem junto com um crescimento menor de emprego e diminuição também na oferta de crédito. O grau de endividamento do brasileiro é quatro vezes menor que nos Estados Unidos e cinco vezes menor que em alguns países da Europa. Porém, o comprometimento de renda se torna maior porque as parcelas no Brasil são mais curtas, já que o país ainda tem histórico de instabilidade recente. As pessoas têm medo de emprestar a longos prazos, o que deixa as prestações maiores. 

        Se os juros continuarem em uma trajetória de queda, isso reduzirá o risco de comprometimento de renda futura. O nível de endividamento cairá se a renda continuar aumentando e os juros diminuírem, pois as novas dívidas terão juros menores e o consumidor, uma renda maior. Porém, se um ou ambos fatores andarem na contra mão, as taxas de juros podem crescer para segurar a inflação. O cenário mais provável não é o de grandes problemas, mas a inflação deve subir mais ao longo do ano e o governo vai ter que controlar.
         

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